contra a calhordice tucana e adjacente da lixeiratura brasileira ¬ novos modos de se pensar ainda por serem gestados ¬ "novos modos", insisto ¬ acabar com o papo lost de eu-te-gosto-você-me-gosta: bandeira do banditismo poético no país ¬ ridicularizar todo sonho de papel bíblia da nova aguilar ¬ de todo e qualquer elogio de reportagenzinha desinformada da imprensa monopaulista ¬ nem afinar nem desafinar, nem os coros dos contentes nem os dos descontentes: avacalhar ¬
ou se procede com a indiferença participativa necessária, ou se recorre ao bom e velho saco pra chupar ¬ lembrar sempre disso: chupar saco dá certo ¬ lembrar sempre disso: nunca chupar saco, a não ser q você seja poeta ¬ se for o caso, meu irmão: a ladeira é só pra baixo ¬ e o poeta é o cara q calça os patins da vaidade ¬
como se diz por aí: ME INCLUAM FORA DESSA
adieu, mon frère
PS:
poeta q se preze, in brazil, deve ficar calado. antes de assumir qualquer postura política é preciso contabilizar quantos financiamentos serão perdidos. o q não diz dos órgãos de fomento, mas da covardia inerente à classe. um projeto só se realiza com alguns elogios públicos. (pq mérito é elogio.) os "parasitas de fundações" já constituem um grupo de artistas q, inevitavelmente, desembocará numa máfia ilustrada (para sermos generosos com o caderno da falha de sp). assim como as revistecas KKKorporativistas e mendicantes, publicitárias da velha e velha poesia pilha-fraca. não suas obras (poetas com ou sem 'perspectiva', tanto faz), mas esse work in progress do favorecimento e da covardia entrará para a história.

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